Oliva, Junho e Julho


De 15 de Junho a 15 de Julho, estarei em residência no Centro de Arte de S. João da Madeira, na Oliva.
A exposição inaugura no dia 16 de Julho.






From June 15 to July 15, I am doing an artist residence at Centro de Arte in S. João da Madeira, at Oliva.
The exhibition will open on July 16.


PLAYLIST #1, Candelabro, Junho




PLAYLIST é um projecto pensado para o espaço físico e social do café / livraria Candelabro. Através de um dispositivo de projeção simplificado, pretende-se dar a ver ou a rever, fora da órbita onde normalmente circulam estes materiais, algumas obras desenvolvidas por artistas plásticos / visuais no âmbito expandido da imagem em movimento: do vídeo ao filme-ensaio, passando pelo documentário, o registo de performance, diversos tipos de animação, GIFs, slideshow, etc.

A programação PLAYLIST irá desenrolar-se ao longo do tempo, alternando perspectivas centradas no conjunto de trabalhos de um determinado criador com outras que reúnam obras diversas de vários artistas em torno de pontos ou dinâmicas comuns. 

É intenção alargar o contacto com estas produções que agora passam a poder ser vistas no Candelabro, ampliando-se assim a sua divulgação e usufruto junto do público diversificado, local, nacional e estrangeiro que frequenta o café / livraria.

Pretende-se fomentar o encontro com as propostas artísticas numa configuração propositadamente descentralizada e mais informal mas igualmente cuidada e consequente, incentivando outras possibilidades de diálogo, discussão e disseminação.

As obras programadas para o projecto PLAYLIST podem ser vistas de quinta feira a sábado, sempre no Candelabro, sempre entre as 22h00 e as 02h00, ao longo dos próximos meses.

O projecto inicia-se com a apresentação de obras de Cristina Regadas (Porto, 1977).

A sua PLAYLIST divide-se entre o LADO A, com os vídeos 'Campo' (2012), 'Até ao Mar' (2013), 'Cling' (2012) e ainda o slideshow 'Dailies' (versão 2016); e o LADO B, com as propostas 'Marcelo' (2016), 'Okinawa' (2013) e finalmente um outro slideshow, sem título e apresentado na versão de 2016.

As obras que integram o LADO A serão exibidas nas noites dos dias 8, 10, 16, 18, 25 de Junho e 1 de Julho, entre as 22h00 e as 02h00.

O LADO B mostra-se nas noites de 9, 11, 17, 24, 30 de Junho e 2 de Julho, sempre no mesmo horário.

Mais informações sobre a artista e a sua obra estarão disponíveis no local e também no website do Candelabro a partir da noite de arranque da PLAYLIST, 8 de junho.
Ao longo das próximas semanas serão igualmente acessíveis através desta plataforma.


O projecto PLAYLIST é coordenado e programado por Nuno Ramalho com Hugo Brito e Miguel Seabra para o Candelabro.

Passeio, Maio 2016 na Porto Business School


Passeio, Maio 2016

Slideshow digital
+
projecção de slide
+
impressão fotográfica

Na exposição "Arte&Negócios" na Porto Business School, organizada pela Weart com curadoria de Raquel Guerra












Vigo Expo on Frame of reference (campo contra-campo)

Lauren Moya Ford wrote a text after visiting the exhibition in O Sol Aceita a Pele Para Ficar - "Frame of reference (campo contra-campo)", on her blog Vigo Expo. Such a delight!







Frame of reference (campo contra-campo)

Inaugurou no sábado, no Sol Aceita A Pele Para Ficar, em Guimarães.
A exposição pode ser visitada até ao dia 13 de Março.






Texto de José Almeida Pereira, a partir da exposição
"Frame of reference (campo contra-campo)"

O Horizonte no chão.
A horizontalidade é o arranjo que Cristina Regadas elegeu para a exposição que intitulou: Frame of reference – Campo, Contra-campo.
A artista dedica-se à fotografia. Dedicar-se não quer dizer que fotografa somente.
Ela percebeu que na fotografia há uma ligação ao tempo e ao espaço da realidade que ultrapassa o mero índice.
As fotografias nas mãos da Cristina são remanescentes de viagens cosmológicas. São transposições da luz que provem das explosões celestes em direcção aos presentes.
A artista encontra imagens que depois procura para pensar o seu tempo na vida. Ela sabe que o passado é coetâneo de si. O passado está sempre imanente. Ela testa e comprova que não há morte no cosmos.
Mas desta vez a Cristina estendeu os seus arquétipos à alquimia da cor dos pigmentos mais artesanais. Manteve o encontro com películas fotográficas que lhe chegaram por correio, as quais fez coabitar com fotografias do próprio arquivo1. As imagens são maioritariamente captações de formações geológicas. Vêm não se sabe bem de onde, são desertos, depressões áridas, montanhas de grandes altitudes, neve, areia, rochas, vegetação, água.
E é a partir destes referentes que decide criar pinturas que são tingimentos, servindo-se de várias plantas e pigmentos naturais, ex: beterraba, açafrão, romã, funcho, couve-roxa, feto.
Com eles impregna as cores que libertam na trama dos tecidos de algodão e linho. A par vai pintando a guache sobre papeis. Estas são pinturas abstractas com recortes rectilíneos, formando polígonos que delimitam manchas e gradações gestuais. No chão de cota superior do “Sol Pele” todos estes elementos se vão estendendendo para criar proximidades em que a cor é o principal aglutinante.
O chão é de uma antiga fábrica com as marcas do seu tempo, as fendas do seu desgaste as silhuetas dos objectos que conteve. Estas texturas estão em diálogo permanente com o horizonte e as estratificações das paisagens fotográficas, com as engelhas dos tecidos e as manchas dos guaches.
Há humanos que surgem em poucas das fotografias – são contempladores. Há um auto-retrato da artista quando criança, num Portugal dos pequeninos junto a uma escultura de um elefante que encontra reflexo na fotografia de dois outros elefantes de um outro lado do mundo. Um plano da mão da Cristina é um auto-retrato do presente. E é com a mão que a artista insiste que o tacto é um primordial da existência. O toque e o calor dos corpos estão numa das projecções em filme – grandes planos do pêlo de um animal que vira paisagem e ícone do afecto simultaneamente.
Mas porque não lhe chega a bidimensionalidade das pinturas, das fotografias e dos tecidos ela introduz plantas e minerais na exposição. Os minerais são cristais que sublinham uma transcendência pelo diálogo que têm com a fotografia. As estruturas geométricas destes minerais são o condimento que nos conduz ao latente. Reclamam a transcendência, essa que os místicos defendem com unhas e dentes, e que todos alguma vez na vida verificamos.
A Cristina insiste, e sublinha, que a realidade nos dá elementos bastantes para reconhecermos que o enigma da nossa passagem é apreendido quando nos desarmamos do seu entendimento.
1. Este arquivo é composto, para além de imagens encontradas de autores anónimos, por uma coluna vertebral formada por fotografias captadas pelos seus familiares (pais e avós) e por si.




Fundação residency + artist book + exhibition

No dia 19 de Dezembro, a Fundação inaugurou nos Maus Hábitos - Espaço de intervenção Cultural, no âmbito da residência de um mês proposta pelo projecto Ao Monte. Produzimos um livro de artista(s), a partir de textos de:
Albino Tavares, Alexandre Osório, Ana Luandina, Andre Alves, André Cepeda, Anne-Lise Coste, António José Rocha, António Real, Anže Peršin, Catarina Oliveira, Cristina Mateus, Cristina Regadas, Eduardo Aires, Eduardo Matos, Efrain Almeida, Felícia Teixeira, Filipa Araújo, Isabel Ribeiro, Joana Machado, Jorge Santos, José Pereira, José Capela, João Brojo, João Cruz, João Melo Costa, João Pedro Vale, Juanluis Toboso, Julio Dolbeth, Klar, Lauren Moya Ford, Luis Espinheira,Luís Ribeiro, Manuel Santos Maia, Margarida Paiva, Marta Bernardes, Max Fernandes, Mayana Redin,Miguel Flor, Noé Sendas, Nuno Paiva, Nuno Ramalho, Patricia Do Vale, Paulo Lisboa, Paulo Mendes, Pedro Dos Reis, Pedro Tudela, Quiong Quim, R2, Rui Vitorino Santos, Samuel Silva Susana Chiocca, Susana Mendes Silva, Vasco Araújo e Vera Mota.

"A convite do projeto Ao Monte a Fundação – coletivo composto por Cristina Regadas, Miguel Flor e José Almeida Pereira, que entre 2009 e 2012 programou mensalmente exposições de artes plásticas no nº 951 da rua do Bonjardim no Porto - realizou um livro de artista com mais de 50 convidados que partilharam material escrito que lhes fosse essencial. O objectivo da Fundação foi corresponder a esta proposta representando o pensamento basilar dos artistas através de uma interpretação idiossincrática do grafismo de cada texto e uma livre concretização plástica do livro.
O projeto Fundação teve lugar na cave de uma residência privada. Numa última reposição em 2012, já depois de ter terminado a sua programação mensal, extendeu-se à ocupação artística por toda a casa. Deste último momento permaneceu a peça “2010” de José Almeida Pereira (esmalte acrílico sobre tela e pedra, com 270x130x30 cm, de 2010). O objeto passou, de forma espontânea, a ser um ícone da Fundação bem como uma alegoria da partilha construtiva e radicante desejada pelo coletivo."




On December 19 th, Fundação opened an exhibition in Maus Hábitos - Espaço de intervenção Cultural, as a result of the one month residency proposed by the project / group Ao Monte. We produced an artist(s) book, from texts by:
Albino Tavares, Alexandre Osório, Ana Luandina, Andre Alves, André Cepeda, Anne-Lise Coste, António José Rocha, António Real, Anže Peršin, Catarina Oliveira, Cristina Mateus, Cristina Regadas, Eduardo Aires, Eduardo Matos, Efrain Almeida, Felícia Teixeira, Filipa Araújo, Isabel Ribeiro, Joana Machado, Jorge Santos, José Pereira, José Capela, João Brojo, João Cruz, João Melo Costa, João Pedro Vale, Juanluis Toboso, Julio Dolbeth, Klar, Lauren Moya Ford, Luis Espinheira,Luís Ribeiro, Manuel Santos Maia, Margarida Paiva, Marta Bernardes, Max Fernandes, Mayana Redin,Miguel Flor, Noé Sendas, Nuno Paiva, Nuno Ramalho, Patricia Do Vale, Paulo Lisboa, Paulo Mendes, Pedro Dos Reis, Pedro Tudela, Quiong Quim, R2, Rui Vitorino Santos, Samuel Silva Susana Chiocca, Susana Mendes Silva, Vasco Araújo e Vera Mota.


Studio visit with Lauren Moya Ford


Lauren and I met recently, by chance. She is a very interesting artist and a very interested observer.
She keeps a blog about art in Spain and Portugal while she is living in Vigo, close to the water.
Lauren recorded our last talk in my small studio in Porto, on a freezing November morning.





Bienal da Maia 2015


"Viagem ao Princípio do Mundo"  Inaugurou sábado, 7 Março, 22h30, Maia no Fórum da Maia . 
PATENTE _ Março a Maio de 2015 ENTRADA LIVRE . 
Lugares de Viagem - Bienal da Maia 2015 Curadoria de José Maia para o Pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Maia.




Frame of reference (Porto, 2015)








Inauguração, dia 7 de Março de 2015








Paris Photo

A Livraria Madalena é a única editora brasileira a participar da Paris Photo Fair 2014. Na bagagem, junto com seus livros, levaram também cinco publicações da PINGADO-PRÉS -  Adelaide Ivánova, Breno Rotatori, Cristina Regadas, Gui Mohallem e Miti Ruangkritiya.

Madalena bookshop is the only brazilian publisher participating in Paris Photo Fair 2014. They took some of PINGADO-PRÉS publications - Adelaide Ivánova, Breno Rotatori, Cristina Regadas, Gui Mohallem and Miti Ruangkritiya.

PARIS PHOTO 2014
13 - 16 November 2014 Grand Palais
Paris, France
www.parisphoto.com

Photo: instagram@parisphotofair



Passeio por um percurso



Entrevista realizada por Hugo Moreira, em Junho de 2014.

De Outubro a Janeiro

Sub 40

© Paulo Pimenta

18 de Outubro de 2014

SUB-40 
INAUGURAÇÃO_ 18 Outubro de 2014, às 17h,
na Galeria Municipal Almeida Garrett

EXPOSIÇÃO 

Artes plásticas 
Banda-desenhada
Ilustração 
Design 
Performances 
Música 
Cinema 
Conferências
Patente até 11 janeiro 2015





18 de Outubro de 2014, Cristina Regadas


com
Amarante Abramovici
André Sousa
André Cepeda
António da Silva
António Preto
Arlindo Silva 
Catarina Miranda
Cristina Regadas
Carla Filipe
Dalila Gonçalves
Flávio Rodrigues
Frederico Lobo / Tiago Hespanha 
Guy Amado 
Isabel Ribeiro
João Sousa Cardoso 
João Marçal 
João Vladimiro
José Almeida Pereira 
Jonathan Saldanha 
Mafalda Santos
Mário Moura
Marco Mendes
Miguel Carneiro
Mónica Baptista
Nuno Coelho
Nuno Ramalho
Sandra Vieira Jürgens
Susana Chiocca
Tiago Afonso
Vera Mota
A Mula 
Oficina Arara
KRAFT
Bolos Quentes
Curadoria de José Maia para a Galeria Municipal Almeida Garrett, com o Pelouro da Cultura da Câmara Municipal do Porto.







"39,99" Cristina Regadas
56 pags/ pages
Editado por/ Published by Pingado-Prés


In the Summer of 2013, I crossed the United States on a tour bus. We went up and down, east to west, west to east. Starting in Lansing, Michigan by land, leaving from San Francisco by plane back to Portugal. America was an ocean of colors and shapes, often distant but somehow familiar - like the photos I had been collecting.
By the end, all sense of time and space was lost. I am not sure how great it was, or how far I went.  

25 de Abril, Praça da Corujeira



Praça da Corujeira (a partir de Aurélio da Paz dos Reis)


25 de Abril



Na Casa Oficina António Carneiro 
Rua António Carneiro 363, 4300 Porto

25 de Abril







25 de Abril, Cristina Regadas



=====================
PROGRAMA DO EVENTO 25 Abril
=====================

PARQUE NOVA SINTRA (Águas do Porto EM - CMP) Central de tratamento das águas
14h30_Exposição de: Maria Trabulo e João Pedro Trindade

15h00_Performance de Ana Ulisses

15h30_Percurso pedestre pelas casas onde viveram Aurélio da Paz dos Reis, Agostinho da Silva e Aurélia Sousa

::
CASA OFICINA ANTÓNIO CARNEIRO
16h00_Exposição com:
Hernâni Reis Baptista
Ricardo Novais Pereira
Isabel Ribeiro
Cristina Regadas
José Almeida Pereira

16h30 _ Flávio Rodrigues (Aurélia de Sousa)

::
MUSEU MILITAR
17h00 _ Exposição com:
Carmo Osul
Paulo Jesus
Rui Effe
Jorge Lourenço
José Almeida Pereira

17h30_Limamil - acção (momento único)

::
ESPAÇO MIRA
Endereço: Rua de Miraflor nº 159, Campanhã, Porto.
Telefone: 929 145 191
Email: contacto@espacomira.net
Fb: https://www.facebook.com/espacomirafotografia

39.99 by PINGADO-PRÉS in Feira Plana

O meu livro 39.99 vai ser editado pela belíssima PINGADO-PRÉS.

Podem vê-lo em São Paulo nos dias 8 e 9 de Março, na Feira Plana.

Mais info em breve!




My book 39.99 is being edited by the beautiful Brazilian publisher PINGADO-PRÉS.

You can check it in São Paulo on the 8th and 9th of March, in Feira Plana.

More info soon!

A riqueza múltipla e multiplicadora da ambiguidade, Espaço Mira, Porto








Até ao Mar
video, cor, 1'20”
filme super 8 transferido para vídeo
2013





Dailies
Slide show digital
25'
2009/14






A riqueza múltipla e multiplicadora da ambiguidade

Inugura dia 11 de Janeiro, Espaço Mira, Porto

Exposição coletiva com os artistas: 


Miguel Leal,
Nuno Ramalho,
Eduardo Matos,
João Marçal,
Cristina Regadas,
Diana Carvalho,
Limamil.

Curadoria de: José Maia, Ana Carolina Frota, Patrícia do Vale, Rita Breda, Suzana Torres Corrêa.

PROGRAMA

18 de Janeiro de 2014
16h _ Pedro Costa por Cristina Mateus e Miguel Leal,
moderação de Sara Branco.

18h _ Ciclo de Cinema:
“O Sangue” de Pedro Costa

1 de Fevereiro de 2014
16h _ Ciclo de Conferências:
“As Diferidas: memória, autoria, fotografia”
por Eduardo Brito.

18h _ Ciclo de conversas:
Amanheceu enquanto conversávamos
Conversas entre os artistas, os curadores e o público.


Espaço MIRA
Rua de Miraflor 159, 4300-334, Campanhã, Porto.
Horário de funcionamento: terça a sábado, das 15:00 à 19:00.
Contacto: contacto@espacomira.net
Telm: 929 145 191
Entrada: livre 





OKINAWA




Okinawa, 2013
vídeo, cor, 2'
H264.mov transferido para dvd
som: TimiTimiNoNo_ Untitled (excerto)


Nos anos 70, várias cidades no Japão foram fotografadas em slide por um turista anónimo. O conjunto destes diapositivos foi arquivado, estudado e organizado segundo uma metodologia que visa a criação de várias narrativas especulativas.
A partir de uma imagem fixa, subtilmente manipulada ao longo do tempo do filme, que coabita com uma banda sonóra em crescendo, o espectador ansiará por um movimento dos elementos representados.
Okinawa, que dá título a este filme, é uma região japonesa composta por várias ilhas. Tem ocupação norte-americana desde a segunda Guerra Mundial, e durante a Guerra do Vietname serviu de ponto estratégico nas movimentações bélicas.
A dieta alimentar em Okinawa é uma das mais saudáveis do mundo. A esperança média de vida ronda os 100 anos.

De 26 de Abril a 9 de Junho no 1ª Avenida, Porto



Okinawa, 2013
vídeo, color, 2'
H264.mov transfered to dvd
sound: TimiTimiNoNo_ Untitled (excerpt)


In the seventies, several Japanese cities were photographed on diapositive film by an anonymous tourist. This group of slides was archived, studied and organized following a methodology that aims to create fictitious narratives.
From a still image, subtly manipulated throughout the duration of the video, led by a dense sound in crescendo, the spectator will yearn for a movement of any of the represented figures.
Okinawa, the title of this video, is a Japanese region composed by hundreds of islands. It has been occupied by the USA since the Second World War, and has been a strategic point during the Vietnam War.
The food diet in Okinawa is one of the healthiest in the world. The average life expectancy is around 100 years.

From April 26 to June 9, 1ª Avenida, Porto

HETERO Q.B., Museu do Chiado




Cling, 2012
super 8 film transferred to video, color, sound, 2’46’’

Som: Christine Fowler
“Elegy for Dead Guitars"




hetero q.b.

This international programme of events showcases a group of video works, made by women, which deal with themes ranging from feminism, to lesbianism and transgender. The selection spans countries and realities that are seen as ‘peripheral’ in relation to classic Euro-American feminist discourses and practices – normally regarded as more progressive defenders of the equality of women and of gender.
They are societies in which, in recent decades, historic, cultural, social, political and natural tensions surrounding gender have been played out according to different rules, challenging the very history of the feminist movement.
This season also reveals some of the most significant debates in relation to issues of feminisms or post-feminism, as well as the entire range of queer diversity, from lesbianism, bisexuality, transexuality or transgender, which has been fundamental in clarifying and constructing a new culture and mentality with respect to these realities.
One such debate has been instigated by Judith Butler, whose theorising of these issues from a historical perspective has recently led to an advocacy of a rapprochement of the feminist and transgender movements around a shared set of values, countering a latent conflict between the many factions of sexual identity, in favour of a society which reconfigures the distinctions between internal and external life, rejecting the pathologising of cross-gender identification. For Butler, the terms used to designate gender are historical categories and undergo a continual process of reshaping, leaving room for other possible ways of understanding them, since ‘sex’ and ‘anatomy’ are also subject to cultural regulations and norms. ‘Masculine’ and ‘feminine’ are constantly undergoing transformations, each one of those terms having social histories which change radically according to geopolitical borders and cultural obligations.
Another debate has opposed the hegemony of Euro-American feminist discourse in black, Indian, Chinese and Arab cultures and countries, denouncing the dichotomies inherent to ‘white’ feminist discourse as a form of perpetuating the structural power relationships of the capitalist system and asserting a Western approach of superiority over the ‘other’. This is an area in which feminist discourse is being rethought, enabling new forms of activism and theory. Specific studies and works on black feminism, or feminism within Islam have been the precursors to a new heterogeneous and decentralising approach to classic feminist discourse. This new approach has much in common with the reality of southern European countries, by encouraging a convergence of debate and practice in spheres of action that contemplate facets such as the intimate and the biographical, popular culture and customs, rather than philosophical and theoretical discussion.
The aim of this season of events is not to construct a propagandistic discourse on gender issues. It is however informed by the belief that the heterosexual framework of contemporary society plays a normalising and regulating role for patriarchal authority, and that its implementation permits the existence of significant areas of inequality. This is indeed demonstrated by the multiplicity of artistic approaches which have developed in diverse social spheres over recent decades, using various forms of expression to confront, condemn, reveal or simply explore the complexity of gender and the way it is experienced.
Gender theory has been debated and questioned in numerous scientific and intellectual spheres, however it has also entered the realm of public debate, combining the examination and condemnation of the new models of the experience of sexuality and the creation of a corresponding legal and political framework.
The theme is still a taboo whose specifics have been little examined in various societies, for various reasons. However a recent collection of articles on the subject, published in the magazine Le Magazine Littéraire posed a pertinent question, asking if we ‘should be scared of gender or, on the contrary, should take advantage of the way that it destabilises our normal ways of thinking in order to transform/better our society.’ Gender is also a doctrine under construction, whose boundaries of debate and investigation have in recent years expanded exponentially, just as it has intervened divisively in the moral, ethical and social organisation of contemporary societies, which alone justifies our attention to the theme.
The programme of events we now present aims to contribute to an understanding of the complexity of gender and the feminine, through artistic and heterogeneous thought conducive to an awareness of equality and tolerance.
Emília Tavares
Curator

Dear Emília
I am still in the grip of the ‘panopticon’ after our visit to the exhibition at the Hospital Miguel Bombarda Museum. The area dedicated to Valentim de Barros, the dancer and artist who lived in the Secure Pavilion for more than 40 years, both disturbed and inspired me, in equal measure, in its revelation of the art and the suffering of a life regulated by the prison hospital.  The exhibition included two black and white photographs of Valentim, enacting two scenes for the camera that somehow define what his everyday life must have been like in the cell, that tiny space of just a few square metres, which we were also able to visit.
In one of these photos he is at the door of his cell, looking at us like a host offering an ambiguous invitation to cross the threshold of his domesticity, simulating the utopia of a homely day-to-day existence which is clearly made impossible by his containment by the institutional regulations of the prison. Our eyes meet in this examination of what the everyday life of an artist living under the normative vigilance of the architectural panopticon might be like. In another photo, his gaze is turned away from us, as he works with concentration on some embroidery, one of his daily artistic activities, alongside the creation of rag dolls and painting. During this moment of creativity, his gaze no longer confronts us but invites us to join him in his concentration on this task that formed the focus of his daily work.
In one of the three paintings by Barros shown in this exhibition, there is a scene which typifies his fantastic pop style: a landscape in ice cream colours, along a road punctuated by the whites and pinks of flowering trees and a castle worthy of Disneyland, where two figures in female clothing, in high-necked tops, colourful miniskirts and white knee socks are intertwined in an embrace directly in front of our gaze, while their faces, cheek to cheek, are undefined, uncanny, neither obviously girls or boys, children or adults, the smile on their lips belied by the emptiness of their black eyes, suggesting bodies in a state of becoming, of potentially queer and queerising transgression.
We called this project hetero q.b. based on the premise that sexualities are an essential component of artistic work and the power relations which are established between artists and institutions. The arts in Portugal area are a space undergoing change, negotiable and flexible... up to a point, after which it becomes more difficult, if not impossible, to infiltrate it with projects which challenge, which go beyond the rules of heteronormativity. Exceptions may at times find their way through to the art world but heteronormativity is still seen as the rule. Heterosexuality acts as the normative filter – hence the title: hetero quanto baste (q.b.) [hetero in due measure]. But also the counterproposal you suggested in your text: hetero (geneity) q.b., in the museum as in life.
Though it might seem strange to use the word hetero (q.b.) as the title of a project which brings together videos made by women, and a gay artist such as Valentim de Barros, this allusion serves to emphasise the queer perspective within the representations of genders and sexualities that we showcase in this project.
The working methodology we have adopted, characterised by interdisciplinary combinations designed to reposition the link between artistic production and the question of gender and sexuality, is similar to that proposed by Lisa L. Moore in the book Sister arts: the erotics of lesbian landscapes (2011). In the book, the author uses a poem by naturalist philosopher Erasmus Darwin to show the way that lesbian landscape art, practised by Mary Delany, artist and inventor of the botanical collage, and Margaret Bentinck, collector and patron of science and the arts, was feted by the artistic community that gathered around them in the eighteenth century.
However, their use of the language of flowers and of the garden to express intimacy and love between women was invisible within art history and it is only through a more cross-disciplinary, queer, methodology, combining gossip, rumours, secrets, intuitions, passions and friendships with archival research and the use of cultural and aesthetic objects, that it becomes possible to access an account of history that is still to be made. This was the approach that we took in our programme, using a combination of critical theory, biographical narrative, archival research with cafe conversation and the sharing of secrets to map out a territory which is still not defined. We could have followed a more orthodox approach, along more conventional feminist lines, but the queer methodology that we adopted reflects that of the artists whose works we have selected.
In addition to the use of queer methodologies in their conceptualisation, the video works in the programme have another common feature: they do not shun involvement with the heteronormative masculinity of patriarchal society, which has been questioned by feminist theories and practices. Instead, they exhibit a creative exploration of the myths and fantasies that surround masculinity, demonstrating the need for a playful, physical and at times monstrous engagement with normative masculinity and machismo in order to recognise queer female masculinities.
In her study Female masculinity (1998), Judith Halberstam sustains that ‘female masculinity’, masculinity without men represented, for example, by masculine women or boyish young girls (so-called ‘tomboys’), far from being a simple imitation of the masculine, offers us an insight into the way that normative masculinity itself is constructed: ‘female masculinities are framed as the rejected scraps of dominant masculinity in order that male masculinity may appear to be the real thing. But what we understand as heroic masculinity has been produced by and across both male and female bodies’.
What are the hetero or alternative masculinities in this programme? How are genders, feminisms and power intertwined within art? What is the impact of regarding art as heterosexual, homosexual or in any other way sexual? It is a question of outlining strategies of (de)normalisation used by artists in their work, queer experimental perspectives that defy the established categories of gender and ethnicity/race. In this spirit, the legacy of Valentim de Barros, as an extreme example of the ‘outsider artist’ condemned to the psychiatric environment (from dictatorship to democracy) more as a result of his perceived gender aberration than for an obvious mental disorder, creates a context for receiving a queer art that is invisible in Portugal, emerging from the meeting of obsolete and discriminatory institutional practices with liberating international embraces.
paula roush
Curator



Exhibition Credits

Curators: Emília Tavares & paula roush
Text: Emília Tavares & paula roush
Edition and design: Barbara Says…
Technical support and instalation: António Rasteiro
Sponsorship : Rita Sá Marques
Communication: Rita Sá Marques
Traduction: Kennistranslation

ARTIST'S LIST

Ana Bezelga, Ana Pérez-Quiroga e Patrícia Guerreiro, Ana Pissarra, Carla Cruz, Catarina Saraiva, Célia Domingues, Cristina Regadas, Elisabetta di Sopra, Hong Yane Wang, Itziar Okariz, Joana Bastos, Lilibeth Cuenca Rasmussen, Maimuna Adam, Mare Tralla, Maria Kheirkhah, Maria Lusitano, Mónica de Miranda, Nilbar Güres, Nisrine Boukhari, Oreet Ashery, Patrícia Guerreiro, paula roush & Maria Lusitano, Pushpamala N, Rachel Korman, Razan Akramaw, Rita GT, Roberta Lima, Sükran Moral, Susana Mendes Silva, Tejal Shah, Zanele Muholi.

http://www.museudochiado-ipmuseus.pt/en/node/1449





Cartaz para a AMI
"Declaração Universal dos Direitos do Homem"
Lápis s/ papel

Poster for AMI
"The Universal Declaration of Human Rights"
Pencil on paper

Abril/April 2012
Porto

I.M.A.N, Famalicão

 Hoje, sábado 1 de Outubro, inaugura em Famalicão mais uma edição do projecto I.M.A.N.

Vou apresentar o trabalho "Frame of Reference (A Brief History of Time)"





Mais informação
http://www.projectoiman.com/

Na MCO, Porto. Em Dezembro.







S/ título, 2010
20x30 cm